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Startup Premiará Melhor Ideia Pra Tomar O 'marido Dos Sonhos'

Copa Do Mundo 2018: Brasileiro Dançava Escondido Dos Pais E Prontamente Brilha No Bolshoi


Mãe, esposa, personal trainer e qualificado de virar um pneu de 350 quilos. A capixaba Flávia Carvalho Bispo, trinta e quatro anos, nem imaginava que acharia interessante arrastar um automóvel, ou participar de uma corrida carregando uma tora de 30 quilos em cada braço. Ainda mais quando lembra o passado de gordinha.


“Nunca curti de academia. Um dia falei pra meu marido, ex-fisiculturista, que queria fazer uma lipo pra perder peso. Ele pediu um ano pra me treinar”. Ela seguiu à risca o treinamento e a dieta prescritos pelo companheiro e se apaixonou pelos treinos cada vez mais pesados. Da musculação de academia, Flávia passou, há três anos, para treinos de powerlifting, ou levantamento essencial de peso.


Há pouco tempo, conheceu o strongman, esporte em que se usa potência e técnicas pra tombar pneus, suspender pesadas bolas Atlas ou correr carregando troncos de dezenas de quilos. A modalidade é recente no Brasil e ainda há poucos locais para fazer - toda a apoio de treino de Flávia vem do levantamento de peso.


“Se eu tivesse isso no quintal ia me divertir todo dia. Meu desafio nesta hora, além tocar técnica pra levantar a bola Atlas, é puxar caminhão. De imediato puxei veículo e caminhonete. Carro neste instante é descomplicado demais”, se diverte. “Quando eu comecei, pensei ‘quero continuar forte’. Em tão alto grau os homens quanto as mulheres admiram a potência. Isso vicia”, diz Flávia. Críticas, ela diz que só recebe de uma ou outra mulher. “Meu marido adora, meu filho localiza o máximo.” Porém reitera que ainda é mais difícil trazer mulheres para os esportes de potência do que homens. “As moças dizem que têm pavor de espantar homens se ficarem mais fortes que eles.


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  • 16/10/2009 - 13h01 - O Que Rola
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Ninguém se imagina puxando uma caminhonete ou fazendo um levantamento terra com 150 quilos num campeonato”. Maria Moura da Silva, trinta e sete anos, personal trainer, entrou “por brincadeira e curiosidade” no strongman. Como o marido bem como treina pra modalidade e de imediato detém materiais, como os pneus. No "Domingão", Lucas Veloso Surpreende E Pede Bailarina Em Namoro Ao Vivo com ela, praticam outros 8 moços. “Estou pegando amo na modalidade, acho divertido. Como não tem mulheres competindo, é diferente”, reconhece.Maria, que já faz treinos de potência há 12 anos. “É uma modalidade compatível com um corpo humano feminino.



Se tem poucas mulheres, não é nem ao menos por preconceito, todavia falta de incentivo, inexistência de exemplos. É encantador a mulher fazer isso, apresenta uma adrenalina”, diz a cearense radicada em Minas. Se historicamente a potência é associada aos homens, prontamente há quem tente desconstruir o mito. A PhD em sociologia da ciência e recordista mundial de powerlifting, Marília Coutinho, faz um paralelo com o mito de Gaia, a deusa que os gregos associavam à Terra: criadora e acolhedora, entretanto qualificado de desenvolver maremotos e vendavais. “Para mim, a força é transcendência. A potência tem tudo aquilo que é mais essencialmente feminino - os arquétipos de deusas refletem isso.


Não tem nada de violento nela, Luiza Brunet Diz Que Carnaval Não é Pra Arranjar Namorado é ser pacífico. Andressa Suita Exibe Imagens De Parto Humanizado mais brutalidade do que a potência. → Como Tomar Um Taurino【Signo No Amor + Características!!】 , há algumas barreiras a vencer ainda. “As mulheres são mais pressionadas a se engajar na beldade, mesmo na hora de praticar uma atividade física”, anuncia. “Uma mulher gastar muito da energia dela em alguma coisa tão social não é muito bem visto. O que é se sentir bem com o corpo? Pra Marília, há um enorme espaço para mulheres nos esportes de força, por conta de características que podem atraí-las.


“Levantamento de peso é meditativo, uma coisa de conduzir-se para dentro de si. Tudo que empodera, liberta. Mesmo um idoso é mais feliz se é robusto, visto que se torna independente”, diz Marília. “É situação sine qua non pra ter paz. Preconceitos, ela garante que não enfrenta vários. “Mas homem não adora treinar perto, visto que bate no ego eu levantar mais peso do que eles. Onde eu treino de imediato estão acostumados, todavia se preciso treinar em outro recinto, eles não querem dividir o aparelho, por exemplo”, diz. Como muitas atletas, ela não pode se dedicar unicamente ao esporte.


“De manhã, trabalho como recepcionista em uma academia, treino à tarde e estudo Educação Física à noite”, diz Érica. Recém-chegada de um campeonato mundial de onde voltou com medalhas, ela conta que as atletas russas usam maquiagem até durante lutas. Acho que o segredo está na maquiagem”, brinca. “Nessa hora, eu nem penso se estou estranha, elegante.


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